Diário Obscuro de Istar Laurëa

Dia 1, 1374, N 400

(…) Havia algumas luas que não escrevia em meu diário e de repente olhando para a lua cheia e mexendo em minha bolsa acabei achando já empoeirado e com algumas gotas de sangue meu antigo diario, no qual, já havia deixado de escrever a muito tempo, observando algumas imagens que eu havia desenhado em meu pequeno diário acabei me lembrando de minha família, lembro-me de minha mãe me alimentando quando bem jovem.

O tempo se passou quando levaram minha mãe e a dor de meu pai segurando por seu corpo evitando com um mago de Thay leva-se o corpo dela.

Meus pais assim que foram mortos pelos Magos Vermelhos de Thay, foram levados patra antigas ruinas que rondavam a região de espirios e corpos que tomavam vida perto da florestas dos elfos.

Com o despertar de meus estudos e dedicação acabei descobrindo que eu havia um dom para magias e acabei me tornando um mago, no qual, jurei vingança aos magos vermelhos de Thay, principalmente a este que acabou tomando a vida de meus pais e utilizando em rituais mortiços, ou como chamam, necromancers.

Passou se o tempo e acabei conhecendo um grande grupo de aventureiros e principalmente amigos, que seguimos juntos durante um encontro complicado numa cidade chamada HarrowDale, onde no meio da cidade uma grande magia devastou a tudo e a todos me causando a mim e ao meu grupo um grande dano uma maldição que poderia dominar nossas almas e nos levar aos mais profundos pesadelos.

Num dia infortuno atrás de informações que uma grande sacerdotisa nos passou chamada Abigail em busca de respostas para conter a maldição acabamos numa grande emboscada numa forte longe de casa, no qual, acabou tomando conta da vida de meus amigos das pessoas que haviam convivido comigo a tanto tempo e trocado experiências, foi doloroso pois somente eu havia sobrevivido e levado junto comigo a vergonha e a desonra vista por maus olhos, mais reconhecidas pelos mais inteligentes, foi uma questão necessária, foi uma luta, foi o motivo de eu hoje estar aqui descrevendo em meu diário antigo e empoeirado a continuidade da razão de cada vez mais lutar pelo ideal.

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Assim, como o único sobrevivente eu acabei herdando uma grande ameaça a maldição que havia tomado conta do meu corpo havia se agravado eu lutava para não virar aquilo que eu tanto defendia com medo de sem perceber deixar a fúria tomar conta de meu corpo.

Maluf uma grande psionica, herdeira de um grande talento juntamente com Juan e Abigail haviam me ajudado inúmeras vezes, porém a maldição chegava num limite insuportável de dor e a cada dia ficava mais difícil controlar, tinha medo de que algo ruim acontece-se se eu libera-se todo este poder que se armazenava em meu corpo.

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Em meio a tantas tempestades de luta e sangue acabei conhecendo novas pessoas, que ficaram e outras que o tempo acabou levando, vivencie novos planos, novas trocas de experiências incluindo a reconstituição de uma cidade, porém não era o bastante acabamos descobrindo que os problemas em Faerun haviam se agravado.

Havia um novo mago junto a mim, Mordekai um profundo conhecedor e entusiasta como eu de magias havia uma grande potencial nele, além de um pequeno gnomo muito engraçado que era capaz de criar itens que poderiam ser útil para nos nesta busca pela paz do nosso mundo, um grande clérigo, uma barda bela e um pequeno Pixie que era rápido com as mãos e tinha uma boa lábia.

Cormyr havia sido sucumbida pelos magos de Thay que estavam atrás de maiores poderes e um códex que poderia aumentar drasticamente seus poderes, e guerras haviam sido travadas ao longo do mundo, por fim houve a necessidade de Mystra intervir assim como um grande preço foi pago, nossas fontes de magia haviam sido alteradas drasticamente e grandes nomes haviam sido capturados, neles Elminster e Symbul além de outros grandes nomes estavam a mercê dos magos de thay e seus aliados.

Seguimos em direção a Gate, e deveriam conter os ataques e parar com a infiltração de Cormyr, quando em meio do caminho acabamos finalmente nos encontramos com um grande erro de nossas antigas aventuras, um grupo de Ilithids famintos por vingança em um erro do passado, por muito pouco sobrevivemos e assim partimos para a cidade, lembrando que ficaria perto de uma das essências da maldiação e poderíamos destruir a pedra que nela estava para conter um pouco a grande manifestação que tomava meu corpo.

Por Mystra, meus amigos e minha familia iremos vencer…

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Dia 2, 1374, N 400

(…) Aproveitando este entusiasmo de escrever, fui necessário colocar uma grande burrada que eu havia cometido, claro que meu orgulho não seria capaz de dizer isso em publico para meu grupo porém acredito que na luta passada foi um grande erro eu criar copias de ilusão sobre a minha pessoa, acabei atrasando meu ataque e aquele maldito Warlock havia removido com facilidade após um choque de energia em meu corpo, preciso anotar em minha nota mental para realizar estes tipos de operações antes ou não no momento de uma batalha tão intensa.

Resultado eu cai… e agravou mais ainda meu estado com minha maldição foi difícil segurar… porém consegui.

A três dias atrás eu estava junto com Juan em sua torre (Abigail), aproveitei o tempo que a mesma me deu em seu grimorio para aprender novos truques, aprendi algo interessante estou louco para testar…

Após esta batalha tão intensa seguimos viagem fiz um pequeno desenho deste grupo.

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(…) Lendo algumas escritas resolvi mudar o rumo de minhas aventuras e aposentar a velha e boa bola de fogo.. ficarei com saudades mais preciso focar em um controle maior do territorio para evitar problemas futuros.. a cada dia que passa fica mais dificil aos longos dos dias estarei aprimorando minhas habilidades de estrategia espero que funcione…a cada dia que passa fico com mais ravia de necromanticos, por isso resolvo optar por negar estes tipos de magias trouxeram muita dor para mim….


Dia 20, 1374, N 400

(…) Como de costume não escrevo a dias, preciso melhorar minha concentração nesta questão, muitas passagens estava deixando de contar. Estes dias atrás aconteceu novamente, acabei me transformando mais uma forma na besta que domina meu corpo, esta maldita maldição esta ficando mais forte e a cada vez o grupo questiona mais.

Havia começado a me conter porém vejo que terei que aprender a conviver com isso. Oliver e Edkar estão cada vez mais curiosos sobre como eu virei aquela terrível criatura em nossa ultima batalha contra os illithids.

Acabamos retornando a Nova Dundrean que calorosamente fomos bem recebidos, acabei realizando alguns desejos e correções sobre minha ultima visita ao local, acabei não mergulhando minhas pesquisas nas vastas bibliotecas e informações que haviam perdidas sobre este plano, assim como o monastério, abrigando diversas e incontáveis informações.

Acabei ficando designado a realizar uma pesquisa rápida sobre um possível Fosso de Kualan e sobre a Ordem das Escribas, parece que o Edkar e Oliver (Não consigo me conter, porém nao vejo este pequeno rapaz como alguém que poderia seguir com uma rigorosa doutrina, assim como é a Ordem, porém sonhar faz parte do nosso crescimento), verifiquei diversos assuntos que acabei deixando disponível para todos.

A pesquisa de Ishtar

Após horas de pesquisas sobre os temas que foram incumbidos, acabei me lembrando de um antigo desejo meu, sobre misteriosos Arque Magos, aproveitei o embalo sobre os inúmeros livros e pesquisas que estava realizando, para me aprofundar mais sobre eles, que a muito me interessa.

Lembro me que quando pequeno, meu pai frequentava uma antiga torre, com um grupo de quatro magos poderosos, eles vestiam longos mantos extremamente decorados e bem detalhados a ouro contando historias sobre eles e seus atos e a cada três luas cheias realizavam diversos rituais que acabavam sustando, porém sentia que sua forte magia estava sendo projeta para bem, questionava frequentemente meu pai, que raramente me falava sobre ele ou suas habilidades, para mim meu pai era somente um estudioso….e o mais curioso é que raramente consigo me lembrar disso, todas as vezes que tento vejo algo bloqueando, como uma imagem preta distorcida….

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Encerrando a minha pesquisa, acabamos nos direcionando para Nova Dundrean onde resolvemos explorar o Fosso e ficavam a quatro dias de viagem, numa das noites acabei sonhando novamente com aquela mago vermelho me perseguindo dentro daquela floresta enquanto eu corria para me defender, era estranho porém parecia que desta vez este mago me olhava de forma diferente, como se houvesse algum interesse sobre mim, quando será que novamente terei o prazer de revê-lo? (…)


Dia 21, 1374, N 400

(…) Finalmente utilizei! que poder incrível esta capa tem, acabei ficando espantado, era algo surreal uma capa branca com uma cabeça de dragão, fantástico! porém a um grande preço, acabei perdendo toda a memorização e estudo que realizei em meu grimorio, no qual, utilizaria neste dia, foi estranho, pois parece que ficou um branco em minha mente e novamente acabou levantando outras questões presentes em meu subconsciente.

Foi um dia estressante, entramos no fosso(claro que estou tirando o fato que passamos pelos andares habitáveis, pois nada de útil realizamos, pelo primeiro e segundo andar! que inclusive nos levou a muitos problemas, pois deveríamos ter dado mais atenções nestes andares…enfim), onde o nosso primeiro andar seria o décimo terceiro, havíamos assuntos mau resolvidos que acabou nos levando a este lugar, um andar repleto de criaturas estranhas, com garras e bicos e um grande problema, o excesso de novos habitantes.

Houve a necessidade de todos descansarmos e gastarmos um dia para retornar a cidade e resolver alguns questões, que seria um problema, pois percebemos que o números de criaturas neste andar aumentava por dia um grande numero de criaturas, logo havíamos que exterminar a “mãe” logo.

Após vasculhar o primeiro andar novamente, achei o pequeno garoto que havíamos “debochado” quando o mesmo me ofereceu um “kit”, interessante deveria ter dado atenção, mais é complicado confiar nestes “pequenos travessos”, quando perguntei do KIT, o mesmo havia subido de preço, afinal .. bobo ele não seria, foi então que 500 virou 1200, péssimo, pois estamos com pouco dinheiro (e o meu ainda).

O KIT:

- 1 Solvente; (Usado para remover a “pequena curiosidade” do nosso “pequeno” Oliver).
- 2 Ampulhetas;
- 1 Ímã;
- 3 Moedas de Cobre;
- 1 KIT Gabarito;
- 3 Grampos;
- 2 Chaves ????;
- 500g de Cerveja em Pó;
- 1 Folha “Arranca Veneno”;
- Trevo de 4 folhas;
- Sabão, amarrado numa corda (1/2);
- 2 Pedrão do Trovão.

Após novamente nos encontramos com todos, começamos os nosso preparativos para uma boa noite, se possível, e novamente o fosso….

Foi então que comecei a novamente organizar meu grimorio, para assim, me preparar para a batalha do próximo dia, afinal aprendi o preço que é usar a capa, e deve ser utilizada no momento certo, assim como… a criatura interior que me habita ….

Quando adormeci, em meio a livros comecei a me lembrar novamente de meu pai, não sabia mais algo me chamava muita atenção desta época de minha vida e os “coisas secretas dele, como assim dizia”, queria saber mais e para isso, iria precisar de ajuda, afinal os meus últimos estão sendo “meios inexplicáveis”, afinal .. nada é por acaso.

No dia, seguinte estaríamos partindo novamente para aquele maldito décimo terceiro andar, porém desta vez para encerrar o trabalho de uma vez (…)

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Dia 22 e 23, 1374, N 400

(…) Sem duvidas foram dias complicados, quando retornamos ao décimo terceiro andar episódios sangrentos e violentos vieram a tona e tivemos baixas em nosso grupo, desta vez o pequeno Oliver não conseguiu se manter, Mordeikai havia cogitado com ele a aplicação de uma poderosa e mortífera magia para eliminar os inúmeros monstros que nos cercavam, uma atitude desesperadora de eliminar o máximo de inimigos a nossa frente e também a nos, engraçado que vemos a diferença entre inteligência e sabedoria, Mordekai é extremamente inteligente, porém faltou sabedoria para saber as consequências deste ato, porem por fim houve uma solução.

Eliminamos todos os inimigos e partimos para a grande mãe, a causadora destes problemas, Mordekai e Oliver haviam rapidamente retornado até um Efrite que andava por este andar em busca de uma solução para a morte de nosso pequeno amigo, a solução foi encontrado porém a um alto custo, segundo eles foram assinado novamente um contrato com o Efritte, (… lembranças passadas de um contrato com o qual acabei assinando com meu sangue, e muitos problemas aconteceram, ainda bem que eles não haviam me comentado antes, pois teria negado, tentando encontrar outra solução…)

Quando retornado e novamente nosso grupo pronto para enfrentar a grande mãe acabamos encontrando um grupo de anões em problema, Edkar rapidamente correu para ajudar seus irmãos anões, que com sucesso todos nos soubemos lidar com a situação.

Ao chegar na sala final, nos deparamos com algo surreal, um enorme deposito de excrementos, sangue, odor cadavérico terrível e uma criatura enorme com inúmeros tentáculos, lidamos com a situação com inteligência e após uma grande e demorada luta tivemos sucesso em derrotar esta epidemia neste ambiente, porém desta vez sem baixas.

Ao retornamos para a cidade, para encontramos maiores informações sobre o próximo andar que iríamos, nos esbarramos com o grupo de anões, que em troca de salvar a vida deles, ofereceram para fazer o trabalho que o nosso grupo deveria fazer com o Efrite, porém em troca dos espólios encontrados no local, aceitamos sem pensar muito, afinal, tínhamos muito o que fazer.

Ao nos preparar para enfrentar o nono andar, tentamos ter uma noite calma e pacifica, porém infelizmente acabei tento um péssimo e real sonho, lembro-me que no sonho eu era um demônio enorme e muito poderoso enfrentando outros demônios que não saberia dizer o nome porém posso descrever.

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A luta foi intensa, parecia que eu sabia controlar porém com muita dificuldade ainda não entendi o porque eu estava me rebelando contra estes demônios e a qual causa eu estava defendendo.

Foi estranho muito estranho pois além da batalha, havia um homem velho com um grande manto azul, amarelo com inúmeros detalhes bordados a ouro me ajudando neste batalha, ele estava bem ferido porém tinha certeza que era um arquemago, só não sabia dizer quem é.

Ao acordar, suado, agitado e com poucas palavras, demos continuidade em nossa jornada partindo mais uma vez para o fosso, partindo mais uma vez para nossos desafios. (…)


Dia 24 e 23, 1374, N 400

(…) Enfim, finalmente… consigo ter um tempo para escrever em meu diário, foram longas horas de batalhas incansáveis e monstros aterrorizantes, chegamos ao nono andar, enfrentamos desafios e a morte bem perto, pequeno Oliver e suas “engenhocas” parecem estar nos ajudando a solucionar alguns quebra-cabeças que estamos encontrando ao longo deste fosso, em seu ultimo desafio o mesmo solucionou um quebra-cabeça num tabuleiro de xadrez, bem pensado fiquei contente com sua solução, deste modo demos continuidade neste andar, porém infelizmente nos deparamos com outros problemas uma armadilha diferente cheias de runas e desafios que poderiam tirar nossas vidas.

Tivemos algumas baixas durante o nosso caminho pelo nono andar, especialmente ao Bochecha e o Dragão invocado pelo Mordekai que estaria nos ajudando a enfrentar os desafios deste fosso, porém por um alto preço em tesouros (algo no qual, não me deixou nada confortável), tivemos algumas discussões internas em “será que deveríamos trazer novamente este corpo de dragão gelado a vida?” gerou novamente intrigas internas e vejo num futuro isto como um grande problema ao nosso grupo.

Neste meio tempo, Lahila, teve um sonho estranho e nos comentou, eu como a Lahila, somos os integrantes mais antigos envolvidos nos assuntos que tomam nosso mundo e outros. Lahila havia mencionado um sonho perturbador sobre um dos ajudantes dos escribas o Chuckru, no qual, chamou nossa atenção e após algumas investigações soubemos que a Maluf e seu ajudante estava em apuros e tínhamos pouco tempo para retornar, especialmente pois nossos dias neste mundo estavam contados devido a abertura e fechamento do portal, me questiono se “perdemos” o portal quais consequências poderiam acontecer.

Queria mencionar a participação de uma pessoa em particular Ghandji, tanto a mim como ao Edkar estávamos extremamente desconfiados sobre ela, acreditávamos que ela parenta ser uma outra pessoa e deveríamos ter atenção ao lidar com ela.

Não parou por isso, Mordekai e Oliver estavam esperançosos que iríamos investigar mais este fosso, especialmente o sétimo andar, que teria grandes engenharias e poder arcano, como eu menciono em meu diário estas intrigas irão gerar grandes problemas em nosso futuro, afinal somos um grupo não um grupo individualista.

Enfim, retornamos ao fosso e nos deparamos com o desafio das runas Edkar e seu “jeito” de solucionar estes quebra-cabeças começou a causar dano e discórdia em nosso grupo, pois seu jeito “peculiar” não estava satisfazendo os mais inteligentes, que irão antes de tudo estudar e dar respostas lógicas para o desafio, apesar de tudo o jeito “bruto” do Edkar conseguiu nos passar a adiante, porém Mordekai e Oliver estavam extremamente incomodados.

Por fim, conseguimos liberar três entradas em nossa frente, com diferentes sons, caminhos, iluminação, sensações… estranho…

Seguimos pelo caminho da direita (primeira entrada decidida pelo grupo), que acabou nos levando a um profundo e congelante ambiente… havíamos encontrado a primeira “Ooze”, no qual o grande planar havia nos solicitados como troca por “perder” um precioso item de sua coleção, a primeira vista era aterrorizante e enorme, com um cheiro terrível e muito muito frio, foi uma batalha intensa e perigosa, quase perdemos novamente o nosso pequeno Oliver, porém com sucesso e a cooperação de todos conseguimos derrotar esta enorme criatura gélida.

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Gostaria de contar mais sobre principalmente meus sonhos estranhos, porém neste atual momento devemos correr, o tempo urge… principalmente pelo chamado que recebemos…irei reservar um espaço em meu diário para contar este sonho que tive nestas duas noites que acabamos levando a mais neste andar. (…)


Dia 25, N 400

(…) Retornamos ao fosso desta vez para enfrentar mais um Ooze, acabamos caindo no mesmo caminho com as inúmeras armadilhas que o local assombra, para isso contamos com a ajuda da pequena Cintia uma pequena ladina que nos ofereceu ajuda (obviamente por um preço) para nos ajudar com as inúmeras armadilhas que habitava o local, desta vez verificamos o lado esquerdo e novamente nos deparamos com aqueles demônios as Sucubus, neste local havia duas pregando uma reza para seu Deus, os detalhes do local eram fantásticos e angustiantes duas estadas simbolizando o medo e o caos, assim como seu grande Deus.

Encontramos um nobre guerreiro, novamente um semi-dragão enviado pelo templo de Bahamut, o mesmo tinha como dever nos orientar e nos ajudar em nossa missão, levava junto uma mensagem dos próprios sacerdotes de Bahamut, acredito que esta “aquisição” um novo combatente irá trazer força a nosso grupo nesta disputa contra o mau.

Passamos por elas onde nos indicaram (engraçado, por mais que houve uma certa ajuda, o intuito delas era nos enviar como oferenda a seus Deuses, como confiar em seres como estes?) havia alguns caminhos a serem analisados, como a sala cofre, a sala dos magos de fogo e o segundo Ooze do elemento acido.

Entramos na sala que era preenchida com inúmeros poços de ácidos e tentáculos saindo de cada um deles, foi uma batalha intensa, Olive novamente tombou porém conseguimos trazer ele de volta com rapidez, encerramos a batalha com sucesso e obtivemos a gema da alma deste Ooze neste momento estávamos completando a segunda gema, faltando somente a do fogo.

Retornamos a sala e demos continuidade a nossa missão, ao chegarmos na sala do fogo a pequena Cintia ficou com o dever desarmar a sala que estava selada com uma grande chave, a mesma informou que não seria possível pois havia uma terrível armadilha no local, retornamos a primeira demônio da sala de gelo para orientações junto com as demais da sala de acido, ambas informações sobre os desafios desta sala e uma solicitação, acabar com a possessão da mascara que assombrava uma ninfa.

Retornamos então a sala do caminho do meio, onde sons de pássaro e animais trazia uma harmonia e paz no local, porém um grande desafio, a sala era enorme.

Ao chegarmos no local, nos deparamos com a ninfa que estava dominada pelo mau e queria de qualquer modo nos oferecer como “comida” aos inúmeros animais que habitavam o local….

Será que sairemos vivo? (…)

Diário Obscuro de Istar Laurëa

Loucura e Magia - Obsessão ArckanXan