A pesquisa de Ishtar

Senhores

Consegui, mediante exacerbada diligência, concluir a perquirição conforme haviamos convencionado. Elencarei os tópicos sumariamente abaixo.

Escribas Celestiais

Se juntaram ao monastério de Agdul Thot há cerca de 3000 anos. Os relatos falam sobe o então líder Zoroastro que decidiu acabar com a tradição nômade da ordem e estabelecer como valhacouto o egrégio monastério.

Sua função verdadeira é inextricável. Algumas resenhas expoem como principal diligência o enfeixe de determinados acontecimentos e erudições relacionados com algumas áreas individuais, chamados pelos escribas de Esferas, que são as seguintes:

Primórdio : A essência de tudo o que existe, que cria uma concepção na

Mente, que se foca para criar o

Espírito, que é essência para as formas da

Vida, _Matéria _ e Forças, que são percebidas através da(s)

Correspondência (Espaço) e Tempo , que são o caminho para a

Entropia (Morte) , que é a decadência final de um ciclo levando tudo de volta para o Primórdio

Todo esse caminho muitas vezes é desviado ou atrasado pela Sorte

Essas dez disciplinas são compiladas em um plano atemporal e infinito, chamado de Registro Akáshico, ou somente Registro. Os estudos dizem que quando a existência estiver para volver, como no ciclo das esferas, é desse Registro que será baseada a conseguinte.

Os Escribas, sem isenção, não tinham anuência para imiscuir em qualquer episódio mundano. Porém tal fato foi demudado faz algumas décadas pelo seu último líder, Martin. Tal arbítrio ainda não tem um motivo que foi decifrado.

Fosso Kualan

Macróbia edificação Anã que foi escavada meio Æeon atrás, pela extinta raça dos Ezonks (ao que parece, anões que foram criados diretamente do aço). Localiza-se beirando o ocaso Rio Dudrenir, alguns quilômetros austrais dos Picos Dundrerianos.

O local foi o maior centro militar e comercial da região. Muitas vezes foi assaltado pelos Dragões dos Picos, mas resistiu bravamente, finalmente os repelindo com uma aliança com os elfos de Shandalar, e voltou a prosperar. Conta-se que Vaniere, a fundadora da cidade de Dundren, contratou alguns anões do Fosso para ajudar na arquitetura da cidade.

Tratava-se de um portento da arquitetura. São 33 níveis, numa pronfundidade que supera os 500 metros. Aqueodutos, calefações, elevadores de carga e outras facilidades. Algumas peculiaridades seriam o reservatório central no quarto nível (o que provavelmente explica o Aboleth), um grande páteo aberto onde as escadarias se invertem no décimo nível. Pelo que averiguei, era relacionado às defesas do local, para conteção de invasões.

No Sétimo nível existia um laboratório de engenhocas e magias, que era utilizado pelos arcanos

No décimo terceiro se localizava a fornalha.

No vigésimo, a administração.

No trigésimo terceiro, relatos imprecisos revelam que existem níveis ainda mais profundos, que porém foram selados antes de serem concluídos. O autor utiliza da metalinguagem para alvitrar “os Anões cavaram fundo demais"

Se fizeram isso, me abstenho de emitir parecer. Os Ezonks, coisa de 7000 anos atrás foram acometidos por uma estranha doença, que atacava seus movimentos e seus sentidos. Não se sabe de nenhum que tenha sobrevivido, embora o autor digresse sobre “alguns terem buscado refúgio em outros planos e nos níveis lacrados”.

Com o tempo, os diversos níveis foram tomados pela mais variada gama de monstros, rufiões ou bandos procurando por latíbulo.

Atualmente, apenas os dois primeiros níveis são habitados. A cidade funciona como um ponto comercial e de parada na viagem de Dundren (agora Nova Dundren) e os reinos austrais. É conhecida também por vender ouro, que aventureiros que retornam com vida de empreitadas ao s níveis inferiores trazem consigo. Por isso alguns banqueiros se instalaram por lá para lucrar com o comércio do metal. Algumas alteraçõs na arquitetura original foram aplicadas, para preservar a cidade de possíveis empreitadas de habitantes dos níveis inferiores.

Continua….

A pesquisa de Ishtar

Loucura e Magia - Obsessão Sophuz